O empresário americano Bryan Johnson, conhecido mundialmente por investir milhões de dólares em protocolos de longevidade e rejuvenescimento, revelou que foi diagnosticado com uma gastrite autoimune, condição considerada crônica e sem cura definitiva.
O anúncio foi feito por meio das redes sociais, onde o bilionário compartilhou detalhes sobre a doença e afirmou estar determinado a documentar sua evolução.

“Meu estômago está devorando a si mesmo”, escreveu Johnson. Segundo ele, a gastrite autoimune afeta entre 2% e 5% da população mundial e, atualmente, não possui tratamento capaz de reverter a condição. “A medicina tradicional admite a derrota, afirmando que nada pode ser feito além de controlar a doença”, afirmou.
Histórico de saúde
Na publicação, Bryan Johnson contou que, durante a infância, tinha uma alimentação baseada em fast-food e bebidas açucaradas. Segundo ele, anos de estresse, ganho de peso e depressão contribuíram para o desenvolvimento de um processo autoimune que afetou tanto a tireoide quanto o revestimento do estômago.
O empresário revelou ainda que foi diagnosticado com hipotireoidismo aos 21 anos e, desde então, utiliza medicamentos como levotiroxina e Armour Thyroid para manter o funcionamento adequado da glândula.
Milhões investidos na busca pela longevidade
Bryan Johnson ganhou notoriedade internacional por investir cerca de US$ 2 milhões por ano — aproximadamente R$ 9,8 milhões — em um rígido protocolo voltado ao retardamento do envelhecimento.
Entre seus hábitos estão uma dieta exclusivamente baseada em alimentos de origem vegetal, horários rigorosos para as refeições — com a última sendo feita por volta das 11h da manhã —, além de uma rotina intensa de exercícios físicos, exames médicos e monitoramento constante de biomarcadores.
Johnson afirma que os resultados obtidos reduziram sua idade biológica em relação à idade cronológica, embora especialistas ressaltem que muitos dos métodos utilizados ainda carecem de comprovação científica robusta.
Transfusão de sangue chamou atenção
Uma das experiências que mais repercutiram foi a realização de uma transfusão de plasma envolvendo três gerações da família.
O empresário recebeu plasma do pai, Richard, de 70 anos, e do filho, Talmage, de 17. O procedimento foi realizado em uma clínica nos Estados Unidos e fazia parte de uma série de testes voltados ao rejuvenescimento.
No entanto, cerca de dois meses depois, Johnson informou que abandonou a prática por não identificar benefícios mensuráveis para sua saúde.








































