O influenciador Davi Brito se manifestou após virar alvo de uma investigação do Ministério Público Federal (MPF) relacionada à suposta divulgação de plataformas de apostas on-line ilegais nas redes sociais. Em vídeos publicados nos Stories do Instagram, ele contestou a situação, afirmou estar com a consciência tranquila e ironizou sua condição financeira.
“Eu estou duro!”, declarou o influenciador, ao comentar as informações sobre a apuração. Durante o desabafo, Davi também afirmou que está com dívidas e que seu nome estaria negativado após os gastos com o casamento com Emilly Araújo.
Davi Brito contesta investigação
Ao abordar o assunto nas redes sociais, Davi afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante das notícias sobre a investigação.

“Quem cala consente, né? Eu não vou me calar porque não estou consentindo nada”, declarou o influenciador, demonstrando indignação com a repercussão do caso.
Na sequência, ele questionou os motivos da apuração e fez referência à própria situação financeira. Segundo Davi, os gastos com o casamento comprometeram seus recursos, e ele estaria com pendências registradas em órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.
“Estou devendo, meu nome está no SPC, Serasa. Estou duro! Eu estou duro! Gastei dinheiro no meu casamento”, afirmou.
O ex-participante do reality show também declarou que não teme a investigação e que mantém a tranquilidade em sua rotina. Ele negou qualquer irregularidade e disse que segue trabalhando sem preocupação com as acusações.
Raquel Brito e Bia Miranda também são citadas
Além de Davi Brito, a investigação do Ministério Público Federal também envolve sua irmã, Raquel Brito, e a influenciadora Bia Miranda, conhecida por sua participação no reality A Fazenda.
A apuração diz respeito a publicações nas redes sociais que supostamente direcionavam seguidores a plataformas de apostas que operariam de forma irregular no Brasil.
De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, os influenciadores teriam compartilhado links dessas plataformas nos Stories, apresentando os serviços como jogos de adivinhação, e não como casas de apostas.
As publicações teriam ocorrido após a adoção de medidas que restringiram a atuação de determinadas plataformas de apostas on-line no país.
Caso envolve divulgação de plataformas on-line
A investigação busca apurar a possível divulgação de serviços de apostas considerados ilegais. A suspeita é de que a forma de apresentação das plataformas nas redes sociais pudesse ocultar sua natureza e direcionar usuários aos respectivos serviços.
Até o momento, as informações apresentadas não permitem concluir que os envolvidos tenham cometido irregularidades. A inclusão dos nomes na apuração não representa, por si só, comprovação de culpa.
Enquanto o caso segue sob investigação, Davi Brito mantém seu posicionamento de que não tem motivos para se preocupar com as suspeitas e afirma estar tranquilo diante da situação.












































