O ex-treinador Carlos Alberto Parreira, campeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994, apresentou evolução em seu quadro de saúde e voltou a respirar sem auxílio de ventilação mecânica. A informação foi divulgada pelo Hospital Samaritano Barra em boletim médico publicado nesta terça-feira (30).
De acordo com o comunicado, Parreira está estável, lúcido e respirando naturalmente, utilizando apenas suporte complementar de oxigênio. O ex-técnico respondeu de forma positiva ao procedimento de cauterização realizado no último sábado (27), indicado para conter um episódio de sangramento nasal.
Internado desde o dia 16 de junho na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento de uma inflamação pulmonar, Parreira havia apresentado piora clínica no fim de semana, quando precisou ser sedado e voltou a utilizar ventilação mecânica.
Após a intervenção médica para controle do sangramento, o quadro passou a evoluir de maneira favorável. Apesar da melhora, o hospital informou que o ex-treinador segue internado em cuidados intensivos e ainda não há previsão de alta da UTI.
Segundo o boletim, Parreira permanece sob acompanhamento do pneumologista intensivista Arthur Vianna, além da equipe assistencial e multidisciplinar do Hospital Samaritano Barra.
No comunicado oficial, o hospital destacou que o paciente respondeu bem ao procedimento cirúrgico e segue monitorado continuamente enquanto dá continuidade ao tratamento.
Boletim de Carlos Alberto Parreira:
“O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que Carlos Alberto Parreira, internado desde 16 de junho em sua Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com quadro de inflamação pulmonar, respondeu bem ao procedimento cirúrgico, realizado no sábado (27).
Hoje (30), o paciente encontra-se estável, respira naturalmente (usando apenas suporte de oxigênio), sem auxílio de aparelhos.
Parreira está lúcido, desperto e permanece monitorado em cuidados intensivos.
O paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.
Não há previsão de alta da UTI”.









































