O cantor Chris Brown foi condenado pela Justiça a pagar US$ 13 milhões (cerca de R$ 67 milhões) à ex-funcionária Maria Avila, que o processou após sofrer um grave ataque de um dos cães do artista.
Segundo documentos judiciais divulgados pelo site TMZ, a decisão representa um valor significativamente inferior aos US$ 90 milhões (aproximadamente R$ 465 milhões) inicialmente solicitados pela vítima.

De acordo com o processo, Maria Avila alegou que foi atacada enquanto trabalhava na residência de Brown e levava o lixo para fora. Ela afirmou que o cantor permitia que o animal — um pastor-do-Cáucaso de aproximadamente 90 kg chamado Hades — circulasse livremente pelo quintal, onde ocorreu o incidente.
A ex-funcionária relatou ter sofrido ferimentos graves durante o ataque, incluindo perda de grandes áreas de pele, desfiguração facial permanente, cicatrizes, comprometimento da visão e danos nos nervos.
Na defesa apresentada ao tribunal, Chris Brown argumentou que Maria teria provocado o cachorro e, por isso, seria responsável pelos próprios ferimentos. O cantor também admitiu que não acionou pessoalmente o serviço de emergência após o ocorrido, alegando receio de que a situação ganhasse repercussão pública e se transformasse em um “circo midiático”. Conforme o relato do processo, outros funcionários fizeram a ligação para o atendimento emergencial e prestaram auxílio à vítima até a chegada dos socorristas.
O caso passou por uma reviravolta durante o andamento judicial: o julgamento inicial foi anulado após denúncias de irregularidade envolvendo um jurado, que teria pesquisado informações externas sobre o processo e compartilhado o conteúdo com outros integrantes do júri.
Após o episódio, o cão Hades foi retirado da propriedade de Chris Brown por um segurança e, posteriormente, sacrificado.









































