O empresário Jed York, proprietário majoritário do San Francisco 49ers, tradicional franquia da NFL, foi preso durante uma operação policial de combate à prostituição realizada na cidade de East Palestine, no estado de Ohio, nos Estados Unidos. O caso ganhou repercussão internacional após a confirmação de que o dirigente esportivo foi detido ao tentar contratar um programa por US$ 140.
Segundo documentos judiciais, York respondeu a um anúncio publicado em um site de prostituição e compareceu ao local combinado. Ao chegar, foi abordado por agentes da Força-Tarefa de Combate ao Tráfico de Pessoas de Mahoning Valley, que realizavam uma operação disfarçada.

As autoridades afirmaram que o empresário estava com o telefone celular utilizado para negociar o encontro, fato que embasou a prisão em flagrante.
Após ser detido, Jed York foi encaminhado à Cadeia do Condado de Columbiana. Posteriormente, ele foi liberado após o pagamento de uma fiança de US$ 5 mil.
Acusação foi reduzida
Inicialmente, o dirigente foi acusado de envolvimento com prostituição. No decorrer do processo, no entanto, o Ministério Público reclassificou o caso como uma contravenção por conduta desordeira, enquadramento aceito pela defesa.
A Justiça condenou York a dois dias de prisão, pena já considerada cumprida pelo período em que permaneceu detido, além do pagamento de US$ 1.150 em multas.
NFL abre investigação
A NFL confirmou que abriu uma investigação para apurar o episódio com base na política de conduta pessoal aplicada a proprietários, dirigentes e atletas da liga.
Em nota, a organização informou que acompanha o caso e analisará os fatos antes de decidir se haverá alguma medida disciplinar.
Quem é Jed York
Jed York assumiu a presidência do San Francisco 49ers em 2008 e se tornou um dos principais executivos da NFL. Em 2025, vendeu uma participação minoritária de 6% da franquia, operação que estabeleceu uma avaliação recorde para a equipe.
Além do futebol americano, o empresário também possui participação no futebol europeu, sendo proprietário do Leeds United, da Premier League inglesa, e do Rangers FC, da Escócia.
O episódio ocorre poucos meses após York ter solicitado o divórcio, segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana.











































