Vídeos picantes vazados em redes sociais chocaram a população acreana nas nos últimos dias. Se trata do registro de dois homens em ato de amor intenso. Porém, as identidades dos homens nas gravações foi o que gerou tumulto na comunidade local.
Trata-se de um presbítero da igreja Assembleia de Deus (AD), conhecido por seu trabalho num bairro periférico da capital do Acre, Rio Branco. O outro, orientador educacional do Sistema “S”.
Veja mais
- Bruno Vinícius anuncia colaboração com Vini Sorriso após entrada em plataforma adulta
- Filho mais velho de Angelina Jolie e Brad Pitt pede retirada do sobrenome do pai
- Nicolas Cage anuncia remoção do sobrenome Coppola na justiça: Não queria ser o primo palhaço
- Saiba o estado de saúde de Chrigor, ex-Exaltasamba, internado em SP
- Kaila Belle aposta em mensagem de força e positividade no single “Unbreakable Glow”
- Sarah Blanchard apresenta BABY B e assume o protagonismo de sua própria história
As mídias começaram ganhar forças nos grupos do Telegram há pelo menos 48 horas e ganhou o clímax após trechos com cenas tratadas serem expostas em portais de notícias e perfis de fofocas no Acre. O vídeo pode ser visto aqui.
As cenas originais, que foram vazadas, não receberam nenhuma edição para desconfigurar os rostos e foram exibidas sem restrições. À imprensa, o professor negou que havia disponibilizado o vídeo, mas também não falou como as mídias ficaram abertas e acessíveis.
O pastor, casado e pai de família, havia sido ‘repreendido’ por membros da igreja depois que um dos vídeos foi divulgado e o clero da denominação ficar sabendo da divulgação. O pastor seguia até bem pouco tempo como presbíteros, o que o forçou a entregar o cargo. Ao Jornal O Seringal, numa entrevista exclusiva, um outro dirigente da Assembleia de Deus informou que o pastor afastado segue “envergonhado, arrependido, mas amparado pela igreja”.
Ao mesmo portal, o professor que é administrador, disse que a situação está descontrolada pois as pessoas “gostam de ver a desgraça alheia” e disse que suspeita de quem vazou os vídeos, porém, “não tem como provar”.
“Eu estou tão abalado como a outra pessoa do vídeo. Eu sou uma pessoa pública, sou educador, eu já fiz boletim de ocorrência e já fiz os procedimentos na justiça”, disse em entrevista ao O Seringal.

















































