O cantor, compositor e intérprete francês Yannick Boudruche apresenta seu novo álbum, ENGLISHIOUS, disponível no Bandcamp e nas principais plataformas de streaming. O trabalho aposta em uma combinação entre electro-pop melódico e atmosferas oníricas para construir uma obra que transita entre o íntimo e o universal.
Descrito como uma trilha sonora para um universo interior, o disco parte da ideia de reencontrar encantamento em tempos marcados por complexidades humanas e transformações sociais. O resultado é um repertório que busca equilibrar delicadeza emocional e amplitude sonora, propondo uma celebração da vida sem abrir mão da reflexão.
Musicalmente, ENGLISHIOUS reúne referências variadas: a elegância da pop britânica, o calor do folk norte-americano e incursões por elementos do jazz latino e da disco music. As composições também dialogam com harmonias inspiradas nos anos 1960 e 1970, sintetizadores experimentais e uma estética cinematográfica influenciada pela cultura pop.
Entre as faixas, o álbum percorre diferentes estados emocionais. “Gaïa” abre o trabalho com uma abordagem poética voltada à relação com a Terra; “Spring Sky” combina humor e crítica social; “Countdown” mergulha em um clima de tensão e desencanto — composição criada originalmente por Boudruche em 2017 e posteriormente transformada em “Fontaine de Lait”, gravada por Camille. Já as faixas “Englishious” e “Someone” exploram uma atmosfera mais dançante, enquanto “Ninon” encerra o percurso com uma celebração da experiência de estar vivo.
Nascido em Paris, Yannick Boudruche construiu sua trajetória por meio de colaborações e apresentações ao lado de artistas como Luz Casal e Emma Daumas, além de projetos ligados à cena musical francesa. Em 2017, ganhou destaque como compositor ao assinar a música de “Fontaine de Lait”, faixa que ampliou o reconhecimento do seu trabalho autoral.
Com ENGLISHIOUS, o artista apresenta um álbum que aposta na mistura entre sofisticação pop, experimentação sonora e narrativas emocionais para construir uma experiência que convida o ouvinte a olhar para dentro — sem perder de vista o mundo ao redor.










































