A esposa do piloto e influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, informou nesta terça-feira (25) que a família recebeu respostas de duas instituições internacionais procuradas na tentativa de viabilizar um tratamento experimental para a doença de Creutzfeldt-Jakob, condição rara e degenerativa diagnosticada em Lito.
Segundo Mila, nenhuma das alternativas oferece, neste momento, acesso ao medicamento que a família buscava.
A principal expectativa estava voltada para a IONIS Pharmaceuticals, responsável por um estudo experimental voltado à doença. No entanto, a empresa comunicou que o ensaio clínico está fechado para novos participantes e que, por enquanto, não há possibilidade de conceder o uso compassivo do medicamento.
Outra resposta veio do Broad Institute. De acordo com Mila, a instituição autorizou uma entrevista inicial, mas explicou que Lito seria incluído no grupo de controle da pesquisa, que não recebe a medicação experimental.
“O Broad Institute respondeu que podemos fazer a entrevista inicial, mas seria para ficar no grupo de controle (que não recebe o medicamento). Provavelmente teríamos que nos mudar e ficar à disposição sem ter uma certeza de que um dia receberíamos o medicamento”, escreveu.
A esposa do influenciador também afirmou que todas as tentativas de contato com as instituições foram realizadas exclusivamente pela família. Segundo ela, até o momento, não houve retorno do Itamaraty, do Governo Federal ou do Ministério da Saúde sobre o caso.

Mobilização nas redes sociais
A campanha em apoio a Lito ganhou força nas redes sociais após um apelo feito por Mila. Internautas passaram a comentar nas páginas da Harvard University e da IONIS Pharmaceuticals com mensagens pedindo que o influenciador seja incluído em estudos experimentais.
As hashtags #HelpLito, #MayDayLito e #SaveLito aparecem em diversas publicações das instituições. Entre as mensagens, fãs pedem que o caso de Lito seja analisado e que ele tenha a oportunidade de participar de programas de tratamento experimental.
Mila informou ainda que o influenciador permanece na fila de espera para um estudo ligado à Universidade de Harvard. Paralelamente, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que está em contato com as partes envolvidas para tentar auxiliar no caso.











































