A modelo Lara Marina Soares Tosta, eleita Miss Brasil Supranational 2026, foi internada no Hospital das Clínicas de Vitória, no Espírito Santo. A informação foi divulgada neste sábado (29) por meio de um comunicado publicado nas redes sociais da miss.
Segundo a nota, o estado de saúde de Lara é estável e o bebê também passa bem.
“Lara está bem e o bebê permanece saudável. Por orientação médica, ela deverá continuar hospitalizada e em acompanhamento contínuo, priorizando sua segurança e a do bebê ao longo da gestação”, informou o comunicado.
A publicação, no entanto, não detalha o motivo da internação.

Abalada após perder o título
Na última terça-feira (25), Lara revelou que foi destituída da coroa pelo Concurso Nacional de Beleza (CNB) depois que a organização tomou conhecimento de sua gravidez.
Segundo a modelo, ela só descobriu que estava grávida após participar da competição.
“A vida mudou os meus planos de uma maneira que eu jamais poderia imaginar. Hoje, entendo que um novo caminho está começando para mim. Recebo essa fase com muito amor, responsabilidade e com a certeza de que ela não apaga nada do que eu construí até aqui”, declarou.
CNB explica motivo da destituição
Após a repercussão do caso, o Concurso Nacional de Beleza divulgou uma nota afirmando que a decisão foi tomada com base no regulamento e no contrato firmado entre a candidata e a organização.
Segundo o CNB, a destituição ocorreu em razão do descumprimento de obrigações contratuais consideradas incompatíveis com a manutenção do título.
“A decisão decorre do descumprimento de obrigações contratuais incompatíveis com a manutenção do título, tendo sido adotada em estrita observância às normas que regem o concurso e os instrumentos jurídicos aplicáveis”, informou a organização.
O concurso acrescentou que não fará novos comentários sobre o caso.
Regulamento não mencionava gravidez
O episódio gerou debates nas redes sociais porque o regulamento da edição de 2026 permitia a participação de mães solo e mulheres divorciadas, mas não fazia referência específica à situação de candidatas grávidas.
A ausência de uma regra explícita sobre a gestação levou internautas a questionarem a decisão da organização, enquanto outros defenderam que o contrato firmado entre as candidatas e o concurso poderia prever exigências adicionais.











































