As apresentações de Kanye West, atualmente conhecido como Ye, na Rússia estão cercadas por incertezas após um impasse entre a produtora responsável pelos eventos e a Gazprom Arena, em São Petersburgo. Os shows estão marcados para os dias 10 e 11 de outubro, mas o estádio afirma que não existe um contrato assinado para receber o artista.
A controvérsia começou quando a Gazprom Arena publicou uma nota nas redes sociais informando que não havia firmado acordo com os organizadores das apresentações.
“Consequentemente, o show não pode acontecer em nossas instalações”, declarou o estádio.
Produtora diz que shows seguem confirmados
A responsável pelos eventos, a Say Agency, sediada em Moscou, contestou a versão apresentada pela arena. Segundo a empresa, os shows foram anunciados no início de agosto com base em uma carta oficial aprovada pelo estádio, o que teria permitido o início da divulgação.
A produtora também afirmou que foi surpreendida pela declaração da Gazprom Arena e que tomou conhecimento do posicionamento do local por meio da imprensa.
Apesar do impasse, a Say Agency garante que, até o momento, as apresentações não foram canceladas.
Contrato ainda não havia sido assinado
Em nota, a produtora reconheceu que o contrato definitivo ainda não havia sido formalizado, mas explicou que o prazo para a assinatura do documento terminaria apenas no fim da semana.
Segundo a empresa, a Gazprom Arena enviou o contrato após o anúncio oficial dos shows, e agora as partes tentam esclarecer o motivo da negativa pública do estádio. Enquanto isso, a Say Agency afirma que os ingressos para as duas apresentações já estão esgotados.
Estádio chegou a promover os shows
A situação ganhou ainda mais repercussão porque, dias antes da polêmica, a própria Gazprom Arena havia divulgado as apresentações de Ye em seus canais oficiais.
Na publicação, o estádio classificou o rapper como “o artista musical mais influente de nosso tempo”, promovendo os eventos. Posteriormente, no entanto, a arena teria recebido reclamações relacionadas aos shows e passou a afirmar que não poderia sediá-los sem um contrato válido.
Até o momento, não há uma definição sobre o futuro das apresentações.











































